quinta-feira, 11 de março de 2021

NFT e o mundo estranho

 

Como entusiasta de tecnologia, mesmo sem poder acompanhá-la em toda sua evolução, ainda me assombro com os rumos que a mesma às vezes dá às nossas vidas. Mas convenhamos: é assim com toda ferramenta, seja mecânica ou eletrônica. Só cruzamos os dedos e esperamos o melhor.

Admiro a tecnologia blockchain porque tudo o que seja descentralizado é bom. Nunca devemos depositar poderes excessivos em mãos de apenas uma autoridade certificadora. Espero que mais à frente todos os atos notariais da vida brasileira sejam facilitados por chaves públicas em redes descentralizadas e nos livremos de uma vez por todas de cartórios; e que órgãos públicos também se tornem cada vez mais evidentemente desnecessários (a maior parte é inútil). Mas isso ainda demorará e talvez nem venha a ocorrer, pois o Poder não admite vácuo e, cedo ou tarde, talvez consiga se fazer presente até mesmo no que seria a esperança de descentralização. Como isso seria possível? Não sei. Qualquer dia a China ou outra grande potência crie um agente potencialmente malicioso que leve a tecnologia ao descrédito. Não parece impossível, como alguns alegam.

Dentro da plataforma Ethereum, a chave eletrônica evoluiu para tokens não fungíveis (Non-Fungible Tokens ou NFT). Utilizo token (dois tipos) para trabalhar - numa rede centralizada, obviamente. E são apenas sequências numérico alfabéticas, até onde posso compreender de uma forma simplória. Com os NFT a coisa cresceu. Agora, podemos celebrar contratos em blockchain (transmissão de um carro, por exemplo, onde desde o objeto até as parte envolvidas teriam suas chaves e isso seria, em tese, inviolável). E mais: artistas poderiam vender seus trabalhos originais (desenho, música etc.) eletronicamente. Comecei a me interessar pelo tema, penso, no início de 2019, mais por curiosidade jurídica. E depois percebi todo um futuro de possibilidades onde qualquer Zé da Silva poderia ganhar a vida sem recorrer a galerias, estúdios e padrinhos culturais. Isso é positivo, claro.

Entretanto, atualmente, falar em trilhão de dólares é café pequeno. Qualquer coisa dará trilhão, até valor de empresa falida. Isso se deve ao excesso de moeda sobrando e nos levará à mãe de todas as bolhas e sofrimento humano. E aí entrou, também, o mercado da cryptoart e dos ativos digitais. Andei sondando e percebi que figurinhas (sim, figurinhas feitas por qualquer um, mesmo sem talento) andam custando milhões de doletas e sendo comercializadas graças à tecnologia dos NFTs (o arquivo é anexado a uma chave única, por assim dizer). E, agora, a humanidade chegou ao ponto de destruir obras físicas para digitalizá-las e vendê-las enquanto chave eletrônica. Fizeram isso com trabalho de Banksy e valorizaram de US$ 95.000 para US$ 382.000. A transmissão da destruição realizou-se ao vivo. Antes de queimar a obra, digitalizaram-na e lançaram como token. Fazendo um juízo puramente axiológico, isso foi grotesco.

O mundo da arte sempre possuiu esquisitices, principalmente quando grandes investidores compram lixo, estocam, pagam críticos para elogiar o artista e depois veem os preços subirem, até mesmo recomprando-as no anonimato várias vezes para, finalmente, repassar a outro endinheirado. Assim é que há privada com flores plásticas a preço de ouro. Mas, graças à tecnologia NFT, isso ficará mais estranho.

No mundo do "deu trilhão", faltará comida e água potável. Mas teremos figurinhas digitais vendidas por milhões (ou bilhões) e obras de arte sendo arruinadas. Até hoje, não sabemos quem é Banksy, mas penso que até ele deve estar assustado com tudo isso. Ou sorrindo enquanto entorna doses de uísque "dubom" e aguarda o fim da merda toda, lembrando que ele já vendeu obra que se autodestruíra, pela metade, logo após a arrematação. Mas aí restou o objeto tátil e a metade emoldurada carregou significado: amor.

Falando ainda em tecnologia, a computação quântica está batendo à nossa realidade e, penso, não irá sobrepor apenas dígitos, mas, sim, conceitos. Será uma consciência. Os resultados não serão mais "falso/verdadeiro", "positivo/negativo", mas "talvez". E, vendo o que fizemos com o mundo físico, talvez esses cérebros serão melhores do que nós. E inteligências artificiais poderão se alimentar de token de feijão e arroz; nós, não.

Abraços fungíveis e até a próxima.

19 comentários:

  1. Olá Neófito, boa madrugada!!
    Espero que esteja tudo certo por aí. Por aqui as coisas vão indo bem, apesar das maluquices impostas pelo governo doriana na Cidade de SP e sua constante batalha contra o mito.
    Comércio fechado e gente morrendo, só falam disso por aqui. Transcrevo uma frase mítica de um jornal aqui de SP, que muito me chamou a atenção: "A Covid-19 galopa, ceifando vidas no caminho", um verdadeiro verso moderno.

    Você escreveu bastante em sequência, meu colega, pois nem cheguei a parar para comentar o último post e já saiu outro =D. Agora, já que uma vigorosa insônia me tomou conta (já são quase 5 da matina e ainda não tomei capote), vou aproveitar para comentar este aqui.

    Meu interesse por cripto começou no ano passado. Basicamente, li aquele livro do Ulrich "Bitcoin: A moeda na era digital". Ouvia bastante sobre criptomoedas e não entendia muito. Acho que ainda não entendo e necessitaria um estudo mais aprofundado para compreender seus meandros. Entretanto, assim como ano passado pensei, ainda acho que isso é uma tecnologia para um futuro muito distante. Podemos aproveitar, que estamos vendo ela surgir, para surfar na onda e fazer nossas apostas.

    No fundo, não sei como isso de ser tudo descentralizado funcionaria. Na verdade, creio que não consigo imaginar um mundo desta forma. Principalmente por não existir nada do tipo na realidade atual. Creio que demandaria muito esforço mental para imaginar como seriam as interações, nos mais diversos tipos, com esse dinheiro digital descentralizado. Desta forma, não acredito que o Estado deixe de meter seu bedelho onde não é chamado (mais uma vez!!!) e passe a tentar criar uma moeda própria e forçar a população a utilizá-la. Algumas empresas já deram indícios que farão algo do tipo, como o Facebook a algum tempo atrás com a tal da Libra (https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/libra-do-facebook-busca-aprovar-moeda-digital-com-novo-nome-diem-network/). Isso torna diversos problemas, que já temos, ainda muito palpáveis, tais como o rastreamento de dados.

    Outro problema, com a moeda atual, é que ela é, aparentemente, muito difícil de ser utilizada. Devo admitir que não tenho nenhuma em minha posse, mas ao ver os vídeos do SRIF365, percebi o quão difícil é armazenar esse tipo de ativo, além da dificuldade de realizar as transações atualmente. Além disso, a energia necessária para fazer a mineração, que hoje é a forma de validar as negociações em um bloco do blockchain, é muito grande, sendo inviável crescer indefinidamente. Entretanto, acredito que esses são só problemas passageiros, que podem ser resolvidos com o tempo. O futuro dirá onde nossos passos chegarão.

    Isso de Tokens digitalizados com obras não conhecia. Na verdade, isso não faz muito sentido na minha cabeça (Talvez eu seja um novo-velho mesmo), destruir o original e ficar com uma cópia digitalizada kkkk me parece um ato de retardo mental. Talvez eu não tenha entendido o objetivo, vai saber.

    O mundo vai mudar muito no futuro, mas não acredito que eu chegue a ver isso. Lembro de imagens de gente se perguntando o que ocorreria em 2020, em meados de 2010 (quando ainda era um jovem). Não mudou muito, no panorama global, praticamente todos continuam na mesma joça, sem máquinas do tempo e nem cidades fantásticas ou carros voadores. Acho até que estamos mais burros, apesar de parecermos mais inteligentes. A passos curtos andamos, só não tenho certeza para onde. Mas algum dia chegaremos e, então, descobriremos.

    Aproveito para deixar o convite para visitar o blog que estou tentando escrever. Ainda não têm post, e está meio bizarro do ponto de vista artístico (ponto fraco meu), mas vou tentar pensar em algo para escrever nas próximas semanas: https://magodotempo.com/

    Abraços,

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    1. Olá, Matheus.

      Triste isso e apenas posso imaginar como é estar sob o julgo de um governante com alma de ditador, em uma das regiões mais populosas deste planeta. Aqui, o Governador até tenta. Mas veja bem: um Estado com baixa densidade demográfica, pobre e com pessoas que, pelo menos até agora, não estão nem aí para restrições. O comércio formal pode até fechar por medo de multas. Mas o restante da vida social continua, felizmente.

      Que jornaleco fofo. Espero que um dia esses “jornalistas” ajudem na busca por soluções ou, ao menos, em passar notícias de forma isenta. Mas isso nunca ocorrerá. Ao menos a mídia tradicional está agonizante cada vez mais.

      Nem iria escrever este post, mas quando li a notícia do CEO que vendeu uma figurinha por 40 MILHÕES, não tive como evitar.

      Não compreendo muito de criptmoedas mas sempre achei interessante. E, mesmo conhecendo criptomoeda desde quando Daniel Fraga ainda postava no Youtube, me arrependo por nunca ter comprado. Agora é tarde, acho. Prefiro não me arrisca. O momento é bom para que especulou lá atrás. Conheço o Ulrich desde quando ele nem mantinha canal no Youtube e aparecia mais em entrevistas a esmo por aí. O cara certamente entende da coisa mas preciso sempre discorda disso: não são moedas. São ativos. E nunca substituirão moedas para transações correntes. Serão eternos ativos digitais para especulações. Somente. Algo que tão volátil não se presta à moeda usual. Que usa o termo “moeda” está sendo desonesto.

      A China já possui sua moeda oficial digital. O nosso pix é um passo para isso. E os bancos tradicionais começam a pensar na emissão de moedas eletrônicas específicas. Veremos como será tudo isso. No fundo, penso que é apenas o velho dinheiro “fiat”, só que na plataforma 100% eletrônica, sem impressão ou cunhagem.

      Vou conferir melhor o SRIF365. De plano, concordo que está se tornando complicado negociar bitcoin. De fora, percebo isso. Já há acusações diversas sobre corretoras e a tendência é que chovam regulamentações sobre suas atividades, como houve na época de Sérgio Moro à frente do MJ. Mineração apenas para grande fazendeiros que investem pesado em maquinário caro e energia elétrica. Quando conheci o bitcoin, dava para minerar num PC vagabundo. E não o fiz.

      Sobre o “me parece um ato de retardo mental”, é por aí. Tentei compreender a essência positiva que poderia haver, mas não consigo. Podemos ser dois que não compreendemos mesmo o objetivo. A tecnologia é brilhante, claro. Mas isso daí… É como comprar aquelas facas com lâminas que cortam tudo e testar no próprio dedo, me parece.

      Eclesiastes fala sobre isso de estarmos burros. Salomão distingue conhecimento e sabedoria. Hoje, acrescento informação. Temos muita informação, pouco conhecimento e nenhuma sabedoria. Eclesiastes 1:16.

      Maravilha, vai manter um blogue para exercitar as ideias. Vamos nessa.

      Abraços!

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  2. Não tenha dúvida. A nova civilização será andróide. Pois não sucumbe às pragas orgânicas e biológicas e estará preparada com outro material para as adversidades que hoje são perigosas às máquinas. Será uma senhora nova civilização. Isso será talvez daqui a um ou dois milênios. Mudará todo o conceito de ciclo da vida e morte. Será tudo muito diferente, mas com uma "mentalidade" melhor. Mais artificial por um lado, menos corrompida pelo outro. Acho que em alguns planetas os corpos, como o nosso, já são vistos como dinossauros. Devem ser apenas fluxos de energia ou tipos de hologramas. De repente eles era o entre nós o tempo todo e são chamados de espíritos. Vá saber....

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    1. Oi, Fabiano.
      A gente se destruirá antes de criarmos essas máquinas fabulosas. rs
      Sua percepção sobre inteligência artificial e corrupção é interessante. Realmente, não existe corrupção além da esfera humana.
      Num dos contos de Arthur C. Clarke que inspirou 2001, ele fala de uma raça que abriu mão da matéria e tornou-se apenas energia.
      Abraços!

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  3. Achei o texto interessante, embora totalmente em "grego" para mim, que nada entendo dessas tecnologias. Porém, pelo que pude sentir me pareceu que o mundo está pior e mais à beira do caos do que eu imaginava.
    E quanto ao que o Fabiano disse, vá saber...
    O comentário dele me lembrou muito os livros do Asimov, e um pouco uma série que tem na netflix, Better Than Us.

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    1. Fala, Marreta.
      Queria ver esta série Better than Us. O tema é interessante, mas a maioria erra no desenvolvimento. Queria bastante assistir a Westworld, também. Qualquer dia retiro o atraso e maratono tudo.
      O assunto é simples. Parece coisa de outro mundo, mas não é. Minha maior cisma é que, quando vemos essas porcarias sendo negociadas por MILHÕES, é porque virá aí um crash econômico.
      Bem lembrado Asimov!

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    2. Para mim, Asimov é o Mago Supremo da ficção robótica. A série Better Than Us aborda muitas questões éticas e morais em relação ao uso de robôs já exploradas por Asimov.
      Se conseguir achar, leia O Fim da Eternidade.

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    3. Ah, ia me esquecendo : Better Than Us só tem russas gostosas!!! Uma mais bonita que a outra!!!!

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    4. Aliás, ele definiu todos os parâmetros para a ficção de I.A.
      Ainda hoje dei uma conferida em trechos da série e é bem produzida. E acabei descobrindo ser russa, o que é algo novo para mim, em termos de seriado.
      Mais um livro para a lista de possíveis leituras. Vou pesquisar a respeito.
      Mulheres do leste europeu... que delícia, meu irmão...

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  4. lembrei de Velvet Buzzsaw (2019)

    o mercado de arte sempre pertenceu a uma pequena elite que enxerga a arte principalmente como investimento, muitas vezes impossível de ser rastreado pelo Estado, podendo ser utilizada para o pagamento ou garantia de todo tipo de negócio

    valendo tanto quanto ou mais que muito ouro, diamantes ou ações ao portador (nem sei se estas últimas ainda existem nos EUA ou Reino Unido), certas pinturas podem movimentar milhões de dólares rapidamente por meio de jatinhos particulares com acesso vip a aeroportos em transações particulares que não pagam nenhum imposto


    se antes já podia ser assim, agora com desmaterialização das obras de arte pela criptografia podemos esperar que telas roubadas há décadas simplesmente virem pó e sejam transmitidas na velocidade da fibra ótica pelo mundo.

    e o melhor, com a criptografia certa estarão perdidas para sempre e serão indetectáveis pela polícia.

    enfim, uma elite que se mantém dona de tudo carregando trilhões em moeda forte em um chip implantado na cabeça já não está tão longe da realidade

    abs!

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    1. Olá, Scant.

      Gostei bastante desse filme, embora perceba que ele não foi tão bem recepcionado.

      É curioso esse mercado da arte. Países ricos estocam obras em portos seguros e invioláveis onde nenhuma regra tributária se aplica e onde nada precisa ser declarado. Você estoca até heroína e plutônio se quiser, nesses lugares. No caso das obras, elas são negociadas em casas de leilões cujo anonimato é garantido e ninguém sabe quem vende, quem compra e pode até ocultar o valor. E isso subsiste tranquilamente. É aí que penso como somos uma republiqueta de bananas, onde qualquer "falta" nossa é imediatamente atacada por Estados estrangeiros e apontam em nossas caras nossas "omissões". É como a Noruega, por exemplo, explorando minérios e poluindo outros países (inclusive o Brasil), matando focas em seu território e depois cagando regra em discursos politicamente corretos em organismo internacionais. Precisamos de um pouco mais de nacionalismo por aqui.

      Não duvido que comecem a queimar van Gogh em breve.

      Abraços!

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  5. Tive que voltar aqui e reler sua postagem após ver uma matéria na TV. Eu creio que essa modalidade é um tipo de registro feito por forma totalmente digital que atesta que tal produto pertence àquela pessoa. Não necessariamente ao autor que a criou, mas a quem o possui em registro.

    Eu registro meus e-books nisso daí. Então eles são meus. Mesmo que haja cópias piratas, o original estará comigo. De repente resolvi vender. Apesar deles terem sido feitos por mim, quem os adquiriu é que terá os direitos sobre eles. E dai o cara pode mante-los intactos ou fazer alterações e modificar algo aqui e ali. Pode até retirar minha autoria e colocar a dele, pois ele pagou para isso. O original não é mais meu. É dele. Fim de papo. É o mesmo que eu comprar a franquia de filmes dos Vingadores nesse sistema e quiser modificar o que eu bem desejar, pois os direitos dela pertencem a mim.
    Só que isso, Eu suponho, ainda vai dar o que falar. Por exemlplo: alguém registra essa mesma franquia dos Vingadores antes da Marvel. E então? Seria muito louco, ne? Eu compro uma revista da Mônica e registro ela nesse negócio. Então a revista da Mônica passa a ser minha e não mais do Maurício. Eu posso alterar aquela edição o quanto eu desejar e expor publicamente como sendo aquela edição a verídica, desvalorizando todas as 5 mil cópias da tiragem de publicação do Maurício. Ele não poderá fazer nada, porque eu tenho o registro.
    Isso vai dar o que falar ainda.

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    1. Em resumo, vejo isso como um tipo de registro de apropriação sobre algo. O motivo é ótimo. Em se tratando do país em que vivemos, começo a ter medo se não colocarem regras/normas/cláusulas seguras e eficazes.
      Haja vista outras novidades que vieram cujo intento é maravilhoso, mas na prática, em nosso país, só tem facilitado para golpistas e ladrões: Pix e a tal da maquininha de cartão. Hoje em dia, um cara te aborda na rua e diz ter uma arma e te obriga a fornecer teu cartão de crédito e a senha. Ele vai te saqueando na cara dura com a tal maquininha. Na tua frente e na frente de um monte de gente alheia ao que se passa contigo. E o Pix é ainda pior. O cara pega teus dados e dá um Pix como se fosse você, só que da tua conta para a dele. E com o Pix os valores podem ser altíssimos.

      São invenções maravilhosas, mas que se tornaram verdadeiras bombas pra gente, que vive em um país onde a Polícia só é eficaz quando nas pouquíssimas vezes que pode, ou quando você é um Cauã Reimond da vida.

      Estamos em tempos muito difíceis.

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    2. Olá, Fabiano.
      São, enfim, ferramentas. É como a faca que você utiliza para passar manteiga no pão ou "apenas" assassinar um desafeto.
      Acredito que em breve obras literárias serão "anexadas" a uma chave em blockchain e você poderá transmiti-la. Só que, em se tratando de algo de valor, certamente o novo proprietário não modificará o conteúdo da obra transmitida, pois aí perderia totalmente o valor intrínseco.
      Já está havendo casos de compra e venda de obras de arte via NFT onde o sujeito sequer pega a obra física em mãos (nem quer), no caso de um quadro por exemplo. Ele quer mesmo apenas a "propriedade" via chave eletrônica.
      Sobre o Estado e seus agentes, é bem isso: são eficazes para te arrastarem da praia devido à "pandemia". E te dando porrada. Cuidar de bandido (pequeno ou graúdo), tá cada vez mais raro.
      O poste, no Brasil, definitivamente urina no cachorro e em nós, pagadores idiotas de tributos.
      Estamos em tempos além de difíceis, mas, sim, insanos.
      Abraços!

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    3. Curiosamente em Búzios no RJ onde estou de férias, as praias estão liberadas
      Aqui pouco se preocupam com Covid-19, pois há poucas restrições na prática

      Abs!

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    4. Aproveite as férias. Quem vai a Búzios quer praia e a vida é curta. O populacho contrai covid nas lotações, metrôs e empregos fabris e comerciais.
      Abraços!!!!

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    5. Minha praia foi em Janeiro e curti sem remorso 5 dias de sol e mar. Muito mar. Primeira vez que curti bastante o mãe.

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    6. Saiu um mãe ali por causa do celular kkkkk

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